quarta-feira, 30 de abril de 2008
Experimento 1, acompanhando esportes na TV
Comecei sintonizando na ESPN para ver a partida Liverpool x Chelsea na Liga do Campeões. Tenho que admitir que isso não foi um sacrifício já que torço abertamente para o Liverpool e queria ver esse jogo. Mas a minha alegria durou pouco, já que o meu time perdeu na prorrogação para o Chelsea de 3x2. Fiquei bem frustrada com Liverpool pois um empate seria o suficiente para que o time da terra dos Beatles se classificasse para a final da Liga do Campeões. Mas C'est la vie.
Logo após comecei a ver o jogo do Boca Juniores x Cruzeiro, no qual o Cruzeiro já perdia de 1x0 para o Boca, com um gol de Riquelme. Mas o jogo estava muito chato ( jogadores feios, sem glamour, jogo retrancado) então abandonei o jogo e fui procurar outro evento mais interessante.
Agora estou acompanhando no X Games Brasil uma competição Skate - esporte que decidamente não é da minha alçada - e cheguei a conclusão que jogar Tony Hawk no Playstation 1 é muito mais divertido e fácil. Viva os video games e as manobras impossíveis e empolgantes!
Depois desse dia altamente "esportivo" vou mudar para os meus queridos canais de seriados e filmes. A experiência foi interessante mas definitivamente jornalismo de esportes não é a minha especialidade.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Pegue a pipoca, o guaraná e viva o alfabetismo!
Mas depois parando pra pensar me dei conta que eu tinha perdido mais uma batalha no domínio da TV e filmes. Nesses últimos 3 anos começou uma espécie de "revolução anti-cultural" na qual grandes empresas verificaram que filmes dublados são acessíveis a todas as camadas da sociedade, logo é muito mais viável financeiramente lançar algo que todos possam ver. Mas no aspecto cultural com certeza não é. É a ignorância sobrepondo-se a cultura.
Não saber ler deveria ser a excessão e por isso não deveria haver um incentivo nesse sentido. Desculpas como "as letras passam muito rápido" ou "não consigo prestar atenção nas imagens" são desculpas de analfabetos funcionais que deveriam ser instigados a estudar e melhorar seu desempenho. Não saber ler deveria ser a excessão e não o padrão.
Posso até estar sendo exigente demais para um país em somente 26% da população entre 15 e 64 anos dominam plenamente a leitura e a escrita (INAF, 2007), mas um incentivo a essa deficiência é com certeza um absurdo.
Porque aprender a ler se tudo é facilitado para quem não lê? Porque ler um jornal de 50 paginas muito bem escrito, se as mesmas noticias são dadas em um jornal meia boca de 20 paginas? Afinal, o de 20 páginas deve ser mais barato, mais rápido e mais simples e estará dada a informação! Não é maravilhoso?
Não, não é. Ao comprar e aumentar a receita de jornais mal escritos, filmes (mal) dublados ou até programação paga dublada você está dando receita e incentivo para que empresas façam cada vez mais isso, esquecendo-se tem quem gosta e precisa de qualidade e informação completa. É uma pena que cultura está cada vez mais se tornando um luxo, onde só quem tem dinheiro e disposição consegue penetrar.
Obs. Sabe quantas pessoas leram isso até o final? Talvez uma, porque temos poucos leitores e porque as pessoas não gostam de ler textos longos na internet ( ou qualquer outra mídia). Isso inclui até outros jornalistas. Muito triste isso.
domingo, 13 de abril de 2008
A Última Boneca Russa
Bonecas Russas (Lês Poupées Russes, 2005) começa com o personagem principal, Xavier (se pronuncia Raviér), num trem, escrevendo no laptop suas histórias e aventuras amorosas até então. Antes mesmo de uma linha ser escrita, a bateria acaba e ele se vê obrigado a procurar uma fonte de energia: o lugar mais próximo é a tomada do banheiro. Sentado em cima do vaso e com o computador apoiado nos joelhos, ele começa contando o instante mais revelador, o seu nirvana dos relacionamentos.
Claro que não irei contá-lo aqui, até porque ficaria infantil e fora de contexto, mas ao longo da trama, que serve de introdução a essa lembrança, o peso e a necessidade de ostentar para o mundo que estamos bem e felizes é sufocante: a paixão deve ser obrigatória a todos, queiram eles ou não. O núcleo que mais expressa isso é a da relação de Xavier com seu avô, que insiste em conhecer a namorada (que não existe) do neto. Se não tivermos momentos mágicos para nos vangloriar aos outros passamos uma idéia de ‘pagão afetivo’, como se fôssemos marinheiros ninfomaníacos!
As várias mulheres que lhe proporcionaram sexo e pequenas doses de carinho (não amor, com exceção da última) somente trouxeram frustração ao pobre discernimento do anti-herói: uma ex o suportava por medo de ficar sozinha; a segunda e a terceira eram só beleza: rosto e corpo incríveis (tenho que concordar), mas é só. Um dos melhores momentos do filme é quando a mulher com quem está saindo vê a ex dele saindo de sua casa: a discussão que se segue mostra o quanto as mulheres são especialistas em confundir a cabeça do homem com suas próprias palavras. Apesar de ser pisado por essas mulheres, Xavier não guarda suas palavras para si: fala com sinceridade e com certa arrogância, sem pensar no que virá. Enfim, só se enrola mais, porém desanuvia a raiva.
Outro fator que traduz a incompatibilidade entre os dois sexos é a língua: três idiomas são falados por diferentes personagens durante a trama, são eles o russo, o francês e o inglês. Isso contribui para o esforço de ambos os lados chegarem a um entendimento mútuo e então poderem se amar (ou brigar). O fato de Xavier ter que viajar diversas de Paris a Londres e vice-versa, tanto a trabalho como pra a infidelidade, servem como metáfora, um modo simples de mostrar o cotidiano impedindo um contato mais próximo entre os amigos ou amantes. Os diferentes níveis de intimidade dos personagens sejam ingleses, franceses ou russos (sim, também há o núcleo russo) ditam os dilemas sentimentais clássicos e fúteis do amor “será que é ela a garota perfeita pra mim?”.
Ah… amour!....
Oh... love!…
Ah….любовь!...
Ao contrário do que o filme todo indica, o amor é possível! Na verdade, esse processo doloroso e exaustivo da procura do amor perfeito só nos ajuda a perceber que ela, a paixão, prevalece se investirmos nas pessoas certas e seguirmos o que o destino nos manda.
...
Hahahahahah!!! Não acredito que fiz vocês lerem isso!!! Um parágrafo como este só serve para provar que todos somos seres totalmente fracos e falíveis, que o destino pode e deve nos ajudar a qualquer custo! Isso é um absurdo em massa!
Ok, ok, as coisas podem dar certo, mas só através de muito esforço, de persistência. Nada cai do céu e se caiu está podre. Tomemos Xavier como exemplo: mesmo depois de sacaneado e usado pelas mulheres que conheceu, quando encontrou a fêmea que o entendia lutou por ela, mesmo quando tinha outra mais bonita em mente a seu alcance. Isso sim se chama amor, aquilo que nós corremos atrás e conquistamos com convicção e não o que é dado de presente, simplesmente.
Pois é, essas metáforas e diálogos da película me fizeram pensar. Não sobre o amor (psss, o amor...), mas sim sobre a imagem afetiva que transmitimos: esta camada carente. Uau, como é triste alguém se sentir inútil diante de outro alguém que não se parece conosco, tudo em nome da companhia, a não-solidão. Acho que a idéia de solidão é mal trabalhada, afinal, quem quer ficar sozinho é um pergunta que muitos respondem ‘eu!’ com um grande grito. O lugar escolhido por Xavier para contar sua história é no banheiro, o máximo de privacidade que alguém pode ter: isto não nos diz nada?
Assim como disse Xavier: “Quando estamos sozinhos desejamos alguém. Quando estamos acompanhados nos afundamos em perguntas se a vale a pena se entregar para aquele desconhecido.” Afinal o que queremos?!
- Poxa, sei lá meu....
É, vejo que o único momento de solidão espontânea e intimidade genuína que temos é sentado no vaso, apoiado nos joelhos.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Cá estou 'yo'
Não tenho muito o que dizer sem demonstrar um profundo desejo de me sacarem no momento que comentar o que vejo, leio, escuto ou pondero. Então se acostumem com poucos rostos e muitas personalidades vacilantes me procurando nas entrelinhas.
Abraço.
Assalto Visceral
Ó esquina boêmia: de dia ponto de ônibus, de noite parada de notívagos honestos ou não!
Ó bossa nova, que canta nossa terra no passado; ó funk, que nos ridiculariza no presente!
Desculpe, mas tive que colocar esse pequeno pensamento sincero antes de escrever qualquer coisa... Bom, talvez ajude mais adiante.
Uma manhã, um assalto, uma vítima: foi isso que aconteceu. Uma violação é o que permanece depois e principalmente agora na sua epiderme cerebral. Teu amigo, teu pai, tuas amigas sabem e compartilham essa alucinação espantosa contigo, porém somos perfeitos no início e tudo só começou agora.
***
A noite mal dormida te freia os sentidos, te adormece os lábios depois de um 'bom dia' esforçado, um que você queira que realmente seja bom, mas o sono não deixa. Desce as escadas refletindo no último comentário que disse a mãe no quarto se arrumando, uma tranqüilidade que vai precisar o resto do dia. Fecha o portão ainda de costas pra rua suplicando por mais um gole de café que ficou na caneca, um livro que ontem faltou apenas seis páginas pra ler. Vira-se num click para o meio-fio: um dia igual, uma comoção em lembrar que irá conversar muito, porém terá que suportar alguns párias pelo caminho.
Enquanto suas lembranças se mexem devagar, uma cidade inteira passa por ti através de rostos desconexos e normais, todos nós somos culpados por nossas distrações. Antes que alguém tome nossa total atenção durante 3 segundos ao atravessar a calçada, uma sombra vadia faz o trabalho sujo do destino (ou de Deus, ainda não sei) e te imobiliza. Teus braços ficam imóveis, teus sentidos mais reprimidos alcançam o bairro todo. Uma ação simples e inesperada da sombra ecoa no corpo todo, um formigamento, uma reação totalmente esperada: a impotência.
Bens nem tão preciosos são arrancados numa velocidade que perturba a esperteza do mal, porém são bens, são teus, seja o que for! O executivo luxuoso vestido de vermelho no teu ombro esquerdo diz: “Que isso? Vai deixar assim por menos?! Reaja homem!” O pastor velho de branco no direito explica: “Não deixe o dinheiro te gastar. Pense com velocidade, haja com calma.” O que existe no meio do yin e o yang? Confusão e um pouco de confissão.
1) Confusão: levanto, saio de perto ou fico no mesmo lugar? É esse o momento que sempre esperei para ser corajoso ou me entrego hoje pra lutar amanhã?
2) Confissão: há outras pessoas ao meu lado e ninguém percebe, como podem ser tão distraídos quanto eu!? Porque logo hoje, agora, assim, de novo?
Este coração fraco está entre as vísceras mais escondidas ao sul do ventre. Uma inutilidade de ações se constrói até o futuro mais justiceiro e se destrói a cada minuto em que tudo acontece. De repente o executivo se manifesta e ataca com raiva, pulsante raiva, indignação à pobreza; incrível, não sentia nada por aquela sombra além do desejo de vê-lo morto, mas isso não lhe assumia completamente. O país lhe pesava pelas pessoas que nele se criaram: aquela sombra vei0 daqui, um passado que foi tenebroso com o livre arbítrio e continua a nos censurar.
Nossa, vinte minutos entre a liberdade e a clausura se passaram, uma nova recordação triste emerge se equilibrando contra uma boa. Um desejo frio de querer a morte (tão iminente e próxima é só pedir) flutuava na cabeça quando os problemas surgiam; nesse momento, qualquer dor nos apavora, nos faz pular aos anos infantis, inocentes.
E acabou. Boouu, como dizia aos 2 anos de idade, meio triste, querendo viver.
Pequenas Mudanças, Grandes Pretenções
Mr. Davis está preparando seu texto de estréia, que alias eu dei uma espiada e gostei muito (desculpe amigo!), espero só as melhores criaçoes dele. Art e eu temos estilos bem diferentes -como vão descobrir na entrevista que futuramente realizarei com ele- mas temos objetivos em comum: testar novas formas e aprimorar nossas habilidades descritivas.
Espero que acompanhem nossa proposta e que, porque não, se divirtam com ela também, afinal "bobagem é coisa séria, é preciso com ela filosofar".
Obs. A lista "20 Títulos necessários na minha biblioteca" mudou de nome e virou: 20 Títulos necessários na biblioteca da Mét!
Obs.2 Vou pedir ao Art que ele faça uma lista de discografia, interprétes ou o que ele ache interessante.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Vivendo a Internet
No papel de futura jornalista, decidi que precisava saber mais que inglês e resolvi dar uma olhada nesse tal curso. Me surpreendi com a qualidade do ensino oferecido. Além de muito bem diagramado, o site tem vários recursos para o ensino, como exercícios escritos, auditivos e orais; provas objetivas, descritivas e orais. O curso é divido em 3 módulos: A.1, A.2 e B.1 e cada um tem 2 níveis. Após terminar o ultimo módulo você pode pegar um certificado no site.
Essa iniciativa do governo alemão me fez perceber como a web pode ser útil quando utilizada com inteligência e criatividade. Afinal, não é segredo para ninguém que existem muitas coisas legais e gratuitas na Internet. Ela se tornou muito mais que um meio de comunicação e de entretenimento, se tornou uma fonte valiosa de conhecimentos, que pode ser acessada por qualquer um, a qualquer hora.
Não existem barreiras para o pioneirismo: cursos, programas, eventos, mídias e muito mais. Tudo pode ser feito e compartilhado gratuitamente, de cursos de violão à programas de rádio em galês, de como fazer escargot à um programa modulador de voz. Enfim, basta ter um pouco paciência e uma certa dose de persistência para achar o que quiser na web.
Agora, para ter acesso total ao que é disponibilizado deve-se dominar ao menos o inglês básico. Então se quer começar a navegar de verdade na web e não sabe nada inglês, bote o orkut e o MSN de lado um pouco e comece um curso de inglês. Virtual ou não.
Sites indicados:
Site Deutsch Welle-World.de (curso online de alemão)
Site 1 Language.com ( curso online de inglês)
Site Goethe-Institut ( Instituto brasileiro de Alemão)
Site Cultura Inglesa ( Curso de inglês britânico)
Site Qatrum ( Curso de inglês)
Obs. Os sites Deustsh Welle e 1 Language não têm a opção de ensinar em português.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Uma pequena observacao sobre minhas listas
Entre esses 20 livros não são todos que estão entre os meus favoritos "favoritos". Mas resolvi pôr estes porque abrangem quase todos os tipos de épocas e assuntos e por isso são muito diferentes entre si.
Alguns deles são citados como referência o tempo todo ( Pequeno Príncipe e 1984 por exemplo) e outros são a demonstração de como se DEVE escrever ( Machado de Assis, Eiji Yoshikawa) ou até mesmo para ver o que mentes geniais podem criar ( Issac Asimov, Aldous Huxley). Bem as razões são muitas e os critérios também, mas por enquanto esses são os livro que não abro mão em minha mini biblioteca em particular.
Os 10 lançamentos - ou quase lançamentos - que você deve conferir! [livros/HQ`s/jogo/ filmes/etc]
Aqui estão os 10 lançamentos - ou quase - que você deve conferir! Acho que esta lista dispensa maiores comentários.
Uma entrevista um tanto esquizofrênica
Entrevista com a dona do Blog, Mét Green, na qual ela relata seus anseios e o que a levou a criar esta página virtual que está na sua tela.
P - Então Mét finalmente a senhorita tomou vergonha na cara e resolveu escrever um blog decente?
M - Pois é.. sabe como é antes eu tinha muitas ahn.. galinhas pra cuidar e tal, porque tu sabe né, aqui no sul é muito comum ter galinhas em apartamentos porque é frio e tudo mais... *silencio* Tah, mentira! Eu ficava jogando The Sims, lendo e vendo serizinhas americanas! Era pura preguiça tah bom??? Satisfeita agora?
P- Okay.. *Pausa para respirar* então você está me dizendo que abriu mão de seus hobbys favoritos para escrever em seu mais novo blog??
M- Hmmm.. eu não iria tão longe.. abrir mão é uma frase muito forte.. eu diria abri um espaço para um novo hobby. Não é trocar sabe? É adicionar! É isso ai!
P - E o que te levou a essa "abertura de espaço"?
M - Ah, imagino que tenha sido minha consciência mesmo, afinal eu sempre tive tantas idéias e tão poucos registros.. gosto de criar histórias! Até te mostrei algumas, né?
P - Sim, mas aquelas não são exatamente obras primas, afinal tem um vocabulário meio limitado e carece de personalidade e coerência. Ah e..
M - Certo! Pode parar por ai! Tu tá aqui pra prestigiar meu trabalho - futuro trabalho na verdade - ou para me avacalhar?
P - Não é nada disso, só estava analisando profissionalmente a sua "vasta" obra.
M - ....
P - Sem ofensas Mét, mas sinceramente você leria o que escreve?
M - ...
P - Oh vamos lá, deixe de birra! Um pouco de profissionalismo por favor!! Estou só fazendo meu trabalho aqui! Agora faca o seu! Pode rebater minhas criticas se quiser, mas se manifeste!
M - Não, não.. tu tá certa.. nem morta eu gostaria do que escrevo.. alias, eu NUNCA leria o que eu escrevo! Repetição, texto desconexo, falta de imposição, temas banais.. ai meu deus ( sim, minúscula! Just in you face jesus, ahan!) o que eu estou fazendo?? Tenho que deletar esse treco!
P - Ei, não é bem..
M - Eu não nasci pra fazer isso.. eu não quero mais.. vou apagar tudo.. ai .. sou uma inútil.. *geme*
P - ...
M - *Resmunga*
P - Mas então, voltando a entrevista, são verdadeiros os boatos de que você costuma ter crises existenciais ou tomar posições radicais quando alguém lhe faz uma crítica?
M -Não, sou uma pessoa muito centrada, calma sabe?
P - Ah..
M - O quê?!
P - Nada, nada.
M - Hunf, bem continue com essa "pseudo-entrevista", porque se você acha que tem autoridade suficiente para me analisar e criticar, no mínimo deveria saber como conduzir uma entrevistinha chinfrim que nem essa..
P - Deu! Cansei! Por hoje é só, alias acho que essa já foi suficiente para uma vida toda!
M - Nah, tu sabe que não aguenta. Não dou um mês pra ti voltar. Tu sabe, tão bem como eu, que nós não desistimos.
P - Nós?
M - Nós jornalistas oras! O que mais poderia ser?
P - ... É tem razão, viagem minha.. É que por um momento pensei..
M - Que somos a mesma pessoa?? Bobagem a sua.
P - Então você pensou também?!
M - Ah?! Mas ...
P - ... (!)