Pois é, depois da pequena introdução de Mét Green (aliás, muito obrigado), aqui se apresenta Art Davis, sem muita vaidade e com muitas aspirações.
Não tenho muito o que dizer sem demonstrar um profundo desejo de me sacarem no momento que comentar o que vejo, leio, escuto ou pondero. Então se acostumem com poucos rostos e muitas personalidades vacilantes me procurando nas entrelinhas.
Abraço.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
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